Cine-teatro de Almeirim encheu para debater com António José Seguro

Na sua apresentação aos militantes do distrito de Santarém, António José Seguro falou para algumas centenas de assistentes, numa sessão viva e participada.

Foi na passada Sexta-feira, com o Cine-Teatro de Almeirim cheio, que António José Seguro reafirmou a sua determinação em implementar um NOVO CICLO para o Partido Socialista.

Assumir os afectos como arma política dos socialistas, como contraponto à tecnocracia desumana que vai imperando, quando o Pais é governado por uma coligação de direita, é para o candidato uma determinante para o futuro.

Luis Ferreira @iPhone [969510948]

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Em defesa dos Municípios e Freguesias

António José Seguro enviou ontem uma carta a todos os presidentes das Câmaras Socialistas do país onde se manifesta “contra a extinção dos actuais concelhos, excepto se a mesma decorrer da vontade própria das suas populações”.

O candidato à liderança do PS considera “necessário reduzir despesas”, mas pensa que “há outras formas de o fazer, nomeadamente através do associativismo intermunicipal e da alteração da lei eleitoral autárquica”.

“Todo este processo de reorganização administrativa deve ter em conta o papel insubstituível dos autarcas, em particular, o dos Presidentes de Câmara. Na formulação da proposta, na sua preparação e execução. Mexer nos concelhos e nas freguesias do nosso país é mexer com as pessoas, com a sua identidade e com a sua história”, lê-se na carta enviada aos autarcas.

Seguro garante que é “contra a reorganização administrativa feita «a régua e esquadro», por um conjunto de tecnocratas que utilize, exclusivamente, o número de habitantes ou a área do respectivo concelho como únicos critérios para operarem mudanças”.
Uma reorganização a ser feita nesta base “reforçaria o poder central e a cultura centralista, responsável pelo bloqueio do desenvolvimento de tantas regiões e concelhos do nosso país”, acrescenta.

Relativamente às freguesias, António José Seguro pensa que: “é possível encontrar soluções de racionalidade, procedendo à eliminação da duplicação de estruturas administrativas, em particular nas zonas urbanas e nas sedes de concelho, onde existe uma forte acessibilidade aos serviços da autarquia municipal. No mundo rural, freguesia é, por vezes, a única ligação das populações com o Estado. Deveremos agir com bom senso e não desproteger partes do nosso território, em particular no interior, já tão desertificado”.

@Ribatejo Seguro

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Seguro diz que com ele os socialistas não ficarão reféns do memorando com a “troika”

António José Seguro afirmou esta terça-feira que, se for eleito secretário-geral do PS, os socialistas não ficarão reféns do memorando assinado com a “troika” e exigiu ao Governo uma negociação firme em relação aos fundos comunitários até 2020.

As posições de António José Seguro foram assumidas numa sessão promovida pelo PS/Lisboa, numa sala de um hotel na capital, que juntou largas centenas de militantes socialistas e em que também criticou o silêncio do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, no debate do programa do Governo.

Na parte que foi aberta à comunicação social, António José Seguro falou principalmente de política nacional e europeia – ponto em que prometeu uma vez mais colocar o PS num papel de oposição responsável e construtiva.

“O nosso anterior secretário-geral e primeiro-ministro, José Sócrates, assinou em nome de Portugal um memorando com a denominada “troika” – esse memorando é para cumprir, é para honrar a assinatura do nosso camarada José Sócrates. Nas medidas que são taxativas e imperativas, os votos do PS aí estarão”, salientou, antes de deixar uma série de avisos ao Governo PSD/CDS.

“Nas medidas [do memorando] que apontarem para objectivos, o PS está disponível para concretizar, mas de acordo com a nossa identidade e com os nossos valores, que se encontram inscritos na declaração de princípios do partido. Mas gostava que ficasse claro que comigo à frente do PS o memorando da “troika” não suspende a política. Não ficaremos reféns do memorando da ‘troika’”, disse.

A seguir, Seguro acusou o Governo de não ter uma estratégia que aponte para o crescimento económico.

“Não a vejo no programa do Governo e, pasme-se, assistimos durante dois dias ao debate do programa do Governo [na Assembleia da República] e não ouvimos uma palavra do ministro da Economia [Álvaro Santos Pereira] nesse mesmo debate”, criticou.

De acordo com Seguro, o Governo terá compreendido “as necessidades de curto prazo, as políticas de austeridades e as políticas do corte, mas está muito longe de compreender que as políticas de crescimento é que são a aposta decisiva para criar recursos que gerem postos de trabalho e que coloquem o país numa trajectória sustentável”.

Neste ponto, Seguro aplaudiu a margem concedida pela Comissão Europeia para Portugal poder reprogramar as verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), mas alertou para o carácter fundamental das negociações das perspectivas financeiras da União Europeia (2014/2020).

“Portugal não pode ir para essa negociação como foi no passado recente. Tem de chamar a atenção da Europa que vivemos uma situação específica e que a Europa ou a compreende, colocando os recursos para nos ajudar, ou então a Europa demonstra que não compreende o que se está a passar no mundo”, afirmou.

@RibatejoSeguro

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O Novo Ciclo – Grande enchente no PORTO

Grande enchente no PORTO. Centenas de pessoas, sentadas e em pé, encheram a sala do Hotel Tuela.

Quase 5 horas de debate. O novo ciclo não pára e está aberto à participação de todas e de todos os militantes.

@Ribatejo Seguro

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Sessão Distrital em Almeirim

Realiza-se na próxima Sexta-feira, dia 8 de Julho, pelas 21h30, no Cine-Teatro de Almeirim, a sessão distrital de esclarecimento da Moção NOVO CICLO, com a presença de António José Seguro.

TOME NOTA:
A entrega das Listas de Delegados terá de ser realizada até dia 12/7, para eleições de 22/7 ou 13/7, para eleições a 23/7.
Para fazer parte das listas de candidatos e para votar, têm de estar em dia as quotas do 1.Semestre de 2011, que devem ser pagas no Multibanco (Entidade 20132, número de militante, valor).

@Ribatejo Seguro

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CRESCIMENTO ECONÓMICO AUSENTE DO DISCURSO DO GOVERNO

«A discussão do Programa do Governo terminou hoje e do Ministro da Economia não se ouviu uma palavra sobre como se voltará a colocar Portugal na rota do crescimento económico». Foi assim que António José Seguro abriu hoje, dia 1 de Julho, o encontro com militante em Aveiro. O candidato à liderança do Partido Socialista mostrou-se surpreendido pelo silêncio do Governo, que considera «reflectir o vazio de propostas da direita para relançar o tecido económico nacional».

Para António José Seguro, «há compromissos assumidos com a Troika que têm de ser honrados, mas há que apresentar soluções para sair da crise e impulsionar a economia portuguesa, o que deve passar pelo apoio ao sector exportador, pelo incentivo à internacionalização de empresas, pela aposta em pequenas e médias empresas que actuam em sectores fulcrais e pelo desenvolvimento de uma verdadeira política industrial».

Perante uma sala com centenas de militantes, o candidato explicou que «O Novo Ciclo» se apresenta como uma nova forma de fazer política no PS e em Portugal. «Quero um partido que seja uma oposição séria, responsável e construtiva. Quero um PS aberto à diversidade e pluralidade, que trabalhe em rede e que saiba discutir internamente».

(crédito fotográfico: Ricardo Oliveira)

@Ribatejo Seguro

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Assumir uma oposição consistente

Seguro apresenta Novo Ciclo em Sintra
“Corte no subsídio de Natal demonstra insensibilidade social”

António José Seguro afirmou-se ontem “chocado” com a decisão do Governo de cobrar um imposto especial equivalente a cinquenta por cento do subsídio de Natal para rendimentos superiores ao salário mínimo nacional.
“Esta medida vai afectar a vida dos portugueses”, disse o candidato à liderança do Partido Socialista, acusando o Executivo de &! ldquo;demonstrar insensibilidade social”.

“No dia em que tomou posse, o Presidente da República disse que há limites para os sacrifícios. É agora altura de lembrar a esta Maioria de Direita essas palavras. Chega de sacrifícios!”, criticou Seguro durante a apresentação do Novo Ciclo em Sintra, perante uma sala pequena demais para o número de militantes e simpatizantes presentes.

“No passado, Passos Coelho disse que só aprovava o orçamento se não houvesse aumento de impostos. O que é isto, senão um imposto?” sublinhou Seguro, lembrando que esta medida não consta do Programa do Governo e nem constitui uma promessa eleitoral.

António José Seguro defendeu ainda que os sacrifícios adicionais têm de ser fundamentados, caracterizando esta medida como “des! propositada” . “É necessário justifi! car a ne cessidade desta receita adicional”, disse, adiantando que, caso isso aconteça, “ficamos disponíveis para cooperar” e apresentar alternativas a esta medida especial. “Este caminho contará com a oposição do PS”, frisou.

Após a apresentação do Novo Ciclo, deu-se início a um debate interno, com o objectivo de “dar voz a cada um dos militantes do PS” e recolher as suas ideias e os seus contributos. “Quero um Partido vivo, unido na acção e com pluralidade no debate”, acrescentou, afirmando que só assim é possível “construir um projecto alternativo para cumprir Portugal”.

Nos termos dos Estatutos e dos Regulamentos, os candidatos a Delegados devem ter a quotas de Militante em dia aquando da entrega da lista – 1º Semestre de 2011 pago. De igual modo, nos dias 22 e 23 de Julho de 2011, apenas poderão votar os Militantes com as quotas em dia- quota do 1º Semestre de 2011 paga.

http://www.onovociclo.org/

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